Quarta-feira, 21 de outubro de 2026

Celina Leão defende ações de saúde e comenta paralisação de professores e situação do BRB

Em sabatina, a governadora do DF falou sobre a entrega de novas UPAs, convênio para neurodivergentes e o balanço financeiro do Banco de Brasília.

Por Redação WebTV Brasil-DF20/10/2026 às 14:492 min de leitura
Fonte: Correio Braziliense (Leia)
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Celina Leão defende ações de saúde e comenta paralisação de professores e situação do BRB
Imagem: Correio Braziliense

A governadora e candidata à reeleição no Distrito Federal, Celina Leão, participou nesta terça-feira de uma sabatina na rádio TMC, onde abordou temas como a paralisação dos professores, investimentos na área de saúde e a gestão do Banco de Brasília.

Sobre o movimento dos educadores da rede pública, Celina declarou que a paralisação possui motivação político-eleitoral e negou a falta de diálogo com a categoria. Segundo a governadora, a gestão buscou alternativas dentro do período permitido pela legislação eleitoral.

Ao tratar das políticas para pessoas neurodivergentes, a candidata justificou a escolha do Parque da Cidade para abrigar a primeira unidade da Casa da Mãe Atípica por ser um ponto de distância equivalente para moradores de diferentes regiões administrativas. Ela destacou ainda um convênio firmado com a Apae para atender a uma fila de 17 mil pessoas, além da previsão de concessão de passe-livre para mães de pessoas com doenças raras.

Na área da saúde, Celina prometeu a entrega de cinco novas Unidades de Pronto Atendimento ainda neste ano, de um total de sete previstas, com estimativa de atender cerca de 700 mil pessoas. A governadora citou o avanço na construção dos hospitais do Recanto das Emas e do Guará, o desbloqueio do projeto do Hospital de São Sebastião no Tribunal de Contas do DF e o aumento de 31% na realização de cirurgias eletivas.

A respeito do Banco de Brasília, a candidata informou que a publicação do balanço financeiro aguarda negociações de empréstimo junto ao Fundo Garantidor de Créditos. Celina afirmou que o banco tem 60 anos de história e defendeu que as investigações em curso esclareçam as responsabilidades sobre a situação da instituição.

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